Cultivar o desenvolvimento.
Promover o desenvolvimento integral, a autonomia, o bem-estar e o sentimento de pertença de nossos beneficiários e seus familiares, através de práticas terapêuticas ao ar livre sustentadas por evidência científica.
Portugal · EST. 2025
Intervenções terapêuticas na natureza para crianças, jovens e adultos com perturbações do neurodesenvolvimento.
Diagnóstico A Perturbação do Espectro do Autismo, a Perturbação da Hiperatividade e Défice de Atenção e outras condições do neurodesenvolvimento impactam profundamente as dimensões cognitivas, sociais, emocionais e físicas de quem as vive, em todas as fases da vida — desde a entrada na escola, vida laboral e principalmente nas suas relações afetivas e familiares.
Barreira
Os desafios de acessibilidade, as barreiras linguísticas, os estigmas associados a estes diagnósticos, o preconceito, a falta de políticas inclusivas e a escassez de apoio especializado continuam a afastar muitas destas pessoas dos espaços naturais, onde poderiam respirar com mais tranquilidade, sentir-se acolhidas e simplesmente ser quem são.
Quando isto acontece, estas pessoas perdem oportunidades essenciais de se conectarem consigo mesmas, de reconhecerem e se conectarem com o que sentem, de encontrar, na relação com a natureza e com os outros, um lugar de pertença verdadeira.
Evidência A investigação científica é clara: intervenções estruturadas na natureza, combinadas com acompanhamento especializado, geram resultados significativos na reciprocidade social, foco e manutenção da atenção, no desenvolvimento de comportamentos adaptativos e sentimento de pertença, permitindo uma melhor qualidade de vida. Consulte a nossa biblioteca de evidências científicas.
Promover o desenvolvimento integral, a autonomia, o bem-estar e o sentimento de pertença de nossos beneficiários e seus familiares, através de práticas terapêuticas ao ar livre sustentadas por evidência científica.
Ser referência no cuidado terapêutico em contexto outdoor, promovendo o acesso inclusivo a intervenções baseadas na natureza, através da consolidação de práticas inovadoras e do desenvolvimento de redes colaborativas de investigação, formação e partilha de conhecimento.
A nossa abordagem combina o poder transformador da natureza, do movimento e da terapia para potenciar o desenvolvimento e o bem-estar de nossos beneficiários. Através de experiências inovadoras, criamos intervenções personalizadas que respondem às necessidades únicas de cada participante. Tudo isto é sustentado por uma equipa interdisciplinar que trabalha de forma integrada, promovendo mudanças significativas e duradouras.
Cada prática responde a um perfil neurofuncional específico. A combinação é desenhada à medida, nunca pré-feito.
Regulação emocional, habilidades sociais e coordenação no encontro com a água.
Promoção do desenvolvimento pessoal, emocional e social através de uma abordagem terapêutica integrada, num ambiente natural estimulante, com acompanhamento de uma equipa transdisciplinar dedicada. Desenvolve confiança, autonomia e autoestima; estimula a comunicação e a dinâmica de grupo; promove o equilíbrio, a coordenação e a consciência corporal; fortalece a autorregulação emocional e a resiliência.
Confiança, coordenação e autorregulação emocional através da superação de desafios reais.
Cada parede é uma oportunidade de crescimento: o corpo e a mente trabalham juntos para desenvolver equilíbrio, atenção e autoestima, celebrando vitórias que se traduzem em grandes conquistas para a vida.
→Autocontrolo, resiliência e habilidades sociais com base em evidências neurofuncionais.
O tatame como laboratório de regulação: contacto previsível, regras claras, tempo para respirar.
→Movimento, música e jogo simbólico para coordenação, ritmo e pertença grupal.
A roda integra ritmo, expressão corporal e leitura social — uma das modalidades mais ricas para neurodivergentes.
→Profissional de saúde que transforma contextos de vida real em oportunidades terapêuticas.
Escola, casa, espaços públicos: o plano acompanha o beneficiário onde a vida acontece, com método e registo clínico.
→Avaliação e intervenção psicológica, articulada com as práticas outdoor da Solum.
Individual ou em grupo — sempre em diálogo com a equipa, em direção a objetivos claros e mensuráveis.
→Capacitar a família para se tornar agente ativo no processo terapêutico do beneficiário.
Acompanhamento especializado aos pais e cuidadores: estratégias práticas, comunicação eficaz e suporte emocional para fortalecer o vínculo e a consistência terapêutica no dia a dia.
→As terapias da Solum acontecem onde a vida ganha sentido — na natureza.
Um processo claro e mensurável, conduzido por uma equipa transdisciplinar em permanente diálogo com a família.
A nossa equipa realiza uma entrevista inicial, recolha de anamnese e documentos médicos/técnicos de saúde, a fim de compreender o perfil único de cada participante.
Com base na entrevista inicial, desenhamos um plano personalizado integrando práticas outdoor, acompanhamento clínico e envolvimento da família e escola quando pertinente.
A equipa transdisciplinar executa, acompanha e ajusta continuamente o plano — garantindo progresso real e acompanhamento a longo prazo.
Depois de dois anos a tentar perceber o que resultava para o Tomás, a Solum foi a primeira vez que alguém realmente entendia o nosso filho. Não apenas o diagnóstico.
O que me surpreendeu foi a comunicação. Cada semana sabemos o que aconteceu, porquê e o que vem a seguir. Pela primeira vez sinto-me parte do processo.
O Francisco nunca tinha conseguido estar num grupo sem entrar em colapso. Na terceira sessão de capoeira chegou a casa a cantar. Não precisámos de mais nada para perceber.
Depois de dois anos a tentar perceber o que resultava para o Tomás, a Solum foi a primeira vez que alguém realmente entendia o nosso filho. Não apenas o diagnóstico.
O que me surpreendeu foi a comunicação. Cada semana sabemos o que aconteceu, porquê e o que vem a seguir. Pela primeira vez sinto-me parte do processo.
O Francisco nunca tinha conseguido estar num grupo sem entrar em colapso. Na terceira sessão de capoeira chegou a casa a cantar. Não precisámos de mais nada para perceber.
Depois de dois anos a tentar perceber o que resultava para o Tomás, a Solum foi a primeira vez que alguém realmente entendia o nosso filho. Não apenas o diagnóstico.
O que me surpreendeu foi a comunicação. Cada semana sabemos o que aconteceu, porquê e o que vem a seguir. Pela primeira vez sinto-me parte do processo.
O Francisco nunca tinha conseguido estar num grupo sem entrar em colapso. Na terceira sessão de capoeira chegou a casa a cantar. Não precisámos de mais nada para perceber.
Depois de dois anos a tentar perceber o que resultava para o Tomás, a Solum foi a primeira vez que alguém realmente entendia o nosso filho. Não apenas o diagnóstico.
O que me surpreendeu foi a comunicação. Cada semana sabemos o que aconteceu, porquê e o que vem a seguir. Pela primeira vez sinto-me parte do processo.
O Francisco nunca tinha conseguido estar num grupo sem entrar em colapso. Na terceira sessão de capoeira chegou a casa a cantar. Não precisámos de mais nada para perceber.
O Francisco nunca tinha conseguido estar num grupo sem entrar em colapso. Na terceira sessão de capoeira chegou a casa a cantar. Não precisámos de mais nada para perceber.
Depois de dois anos a tentar perceber o que resultava para o Tomás, a Solum foi a primeira vez que alguém realmente entendia o nosso filho. Não apenas o diagnóstico.
O que me surpreendeu foi a comunicação. Cada semana sabemos o que aconteceu, porquê e o que vem a seguir. Pela primeira vez sinto-me parte do processo.
O Francisco nunca tinha conseguido estar num grupo sem entrar em colapso. Na terceira sessão de capoeira chegou a casa a cantar. Não precisámos de mais nada para perceber.
Depois de dois anos a tentar perceber o que resultava para o Tomás, a Solum foi a primeira vez que alguém realmente entendia o nosso filho. Não apenas o diagnóstico.
O que me surpreendeu foi a comunicação. Cada semana sabemos o que aconteceu, porquê e o que vem a seguir. Pela primeira vez sinto-me parte do processo.
O Francisco nunca tinha conseguido estar num grupo sem entrar em colapso. Na terceira sessão de capoeira chegou a casa a cantar. Não precisámos de mais nada para perceber.
Depois de dois anos a tentar perceber o que resultava para o Tomás, a Solum foi a primeira vez que alguém realmente entendia o nosso filho. Não apenas o diagnóstico.
O que me surpreendeu foi a comunicação. Cada semana sabemos o que aconteceu, porquê e o que vem a seguir. Pela primeira vez sinto-me parte do processo.
O Francisco nunca tinha conseguido estar num grupo sem entrar em colapso. Na terceira sessão de capoeira chegou a casa a cantar. Não precisámos de mais nada para perceber.
Depois de dois anos a tentar perceber o que resultava para o Tomás, a Solum foi a primeira vez que alguém realmente entendia o nosso filho. Não apenas o diagnóstico.
O que me surpreendeu foi a comunicação. Cada semana sabemos o que aconteceu, porquê e o que vem a seguir. Pela primeira vez sinto-me parte do processo.
As actividades da Solum são sustentadas por investigação científica de referência. Reunimos aqui os artigos mais relevantes para famílias, estudantes e investigadores.
BMC Complementary Medicine and Therapies
Revisão sistemática avaliando a eficácia da surf terapia em perturbações de saúde mental. Os resultados evidenciam melhorias em ansiedade, depressão e bem-estar geral, com impacto positivo na regulação emocional e integração sensorial.
PM&R — The Journal of Injury, Function and Rehabilitation
Meta-análise de 18 estudos (n=568) demonstrando que a escalada terapêutica é intervenção segura e eficaz para PHDA, perturbações psicossomáticas e necessidades especiais de desenvolvimento, com ganhos em atenção, comportamento e bem-estar social.
Frontiers in Psychology — Frontiers Media
Programa adaptado de artes marciais demonstra melhorias significativas em competências motoras e comportamentos psicossociais em crianças com PEA, com ganhos mensuráveis em coordenação, socialização e autorregulação comportamental.
Children — MDPI
Estudo qualitativo com pais de crianças com PEA (7–15 anos) participantes em programas de Capoeira. Revela melhorias em coordenação, consciência corporal, regulação sensorial, comunicação social e pertença grupal em contexto inclusivo.
JAMA Network Open — American Medical Association
Meta-análise de 24 estudos (717 participantes) demonstrando que intervenções terapêuticas baseadas na natureza em formato de grupo com aprendizagem experiencial produzem melhorias de curto prazo no funcionamento sensorial, social e comportamental em crianças com PEA.
International Journal of Environmental Research and Public Health — MDPI
Revisão sistemática sobre a contribuição de intervenções em ambientes naturais na gestão da PHDA em crianças, identificando mecanismos pelos quais a exposição à natureza reduz défices de atenção e impulsividade — com implicações diretas para a prática clínica integrada.
PubMed — National Library of Medicine
Revisão sistemática focada em crianças e adolescentes com PEA a participar em programas de surf terapia. Os resultados indicam melhorias na reciprocidade social, regulação emocional e comportamentos adaptativos, reforçando o potencial desta modalidade como intervenção complementar estruturada.
Science Daily — Environment and Health Research
Investigação da Universidade de Illinois demonstra que a exposição regular a ambientes naturais reduz significativamente os sintomas de PHDA em crianças, melhorando os aspectos atencionais e o controlo de impulsos. Os resultados sustentam a integração de contextos naturais nas intervenções terapêuticas.
Developmental Medicine & Child Neurology — Wiley
Revisão sistemática abrangente sobre o desenvolvimento de comportamentos adaptativos em crianças com condições do neurodesenvolvimento. Evidencia a importância de intervenções estruturadas e especializadas para promover autonomia, competências sociais e sentimento de pertença ao longo do desenvolvimento.
PubMed Central — National Library of Medicine
Estudo demonstrando os efeitos da escalada terapêutica em crianças com perturbações do desenvolvimento, com melhorias documentadas na força muscular, equilíbrio, coordenação e capacidade de autorregulação, sustentando a sua aplicação em contextos de intervenção especializada.
Heliyon — ScienceDirect / Elsevier
Investigação sobre o impacto da escalada no desenvolvimento físico e psicossocial de crianças e jovens. Os resultados evidenciam melhorias significativas na condição física, autoconceito e motivação intrínseca, apoiando a integração da escalada em programas terapêuticos para populações com necessidades especiais.
Baltic Journal of Health and Physical Activity
Estudo de 2025 sobre os efeitos do BJJ como intervenção terapêutica, documentando impacto positivo na saúde mental, comportamento social e regulação emocional. Reforça a pertinência das artes marciais adaptadas em programas de intervenção para crianças e jovens com necessidades especiais.
Theory and Methods of Physical Education
Artigo analisando a influência do Brazilian Jiu-Jitsu no desenvolvimento psicossocial de crianças e adolescentes, com foco na melhoria da autoestima, disciplina, gestão da frustração e competências relacionais — factores centrais na intervenção com populações neurodivergentes.
Research, Society and Development — RSD Journal
Investigação focada nos efeitos do BJJ em crianças com PHDA, demonstrando melhorias nos aspectos atencionais, controlo comportamental e competências sociais. Os resultados reforçam o potencial das artes marciais adaptadas como complemento às abordagens terapêuticas tradicionais.
Scribd / Peer-reviewed publication
Ensaio randomizado com programa de BJJ em contexto escolar demonstrando melhorias significativas na saúde mental e comportamento em sala de aula. Evidencia o potencial de implementação de programas de jiujitsu terapêutico em contextos educativos para crianças com dificuldades comportamentais e emocionais.
The Sport Journal
Scoping review analisando os benefícios do BJJ na saúde mental e física, com evidências sobre redução de sintomas de PTSD, ansiedade e depressão, e melhoria da resiliência e coesão social. Relevante para compreender os mecanismos terapêuticos das artes marciais em populações vulneráveis.
As dúvidas mais comuns de pais que chegam à Solum pela primeira vez.
Outra questão? Fale connosco ↗A Solum recebe crianças a partir dos 3 anos, jovens e adultos, sem limite de idade. As indicações mais frequentes incluem PEA, PHDA, dificuldades de integração sensorial e outras condições do neurodesenvolvimento. Cada caso é avaliado individualmente antes de qualquer recomendação.
As sessões realizam-se em espaços ao ar livre e em parceiros estratégicos em Portugal. A localização é definida em função do plano terapêutico de cada participante. Contacte-nos para conhecer as opções disponíveis na sua região.
O processo começa com uma avaliação inicial nas primeiras duas semanas. A maioria dos participantes inicia intervenção na terceira semana. Os primeiros resultados são avaliados aos 3 meses, com reavaliação formal aos 6 meses.
Não. A Solum complementa e articula-se com o acompanhamento clínico que a criança já tem. Trabalhamos em diálogo com pediatras, psiquiatras e outros profissionais para garantir uma abordagem coerente e integrada.
A avaliação inicial dura aproximadamente 60 minutos e inclui entrevista com os pais, observação da criança e aplicação de instrumentos padronizados. No final, apresentamos um relatório com o perfil neurofuncional e as recomendações terapêuticas.
Os valores variam conforme o plano terapêutico definido. Após a avaliação, a equipa apresenta uma proposta personalizada. Entre em contacto para agendar uma conversa inicial sem compromisso.
Estamos aqui por si. Preencha o formulário e a nossa equipa responde em até 48 horas.